sábado, 17 de janeiro de 2009

EFEMÉRIDES DE 17 DE JANEIRO

1462 - É descoberta a ilha de Santo Antão em Cabo Verde.
1793 - A Convenção francesa decide por só um voto de diferença condenar à morte o rei Luís XVI.
1945 - Os nazis/nazistas começam a evacuar o campo de concentração de Auschwitz devido à aproximação das tropas soviéticas.
Nasceram neste dia...
1889 - Ralph Howard Fowler, cientista britânico (m. 1944).
1899 - Al Capone, gângster norte-americano (m. 1947).
1952 - Kevin Reynolds, cineasta norte-americano.
Morreram neste dia...
395 - Teodósio I, imperador romano (n. 346).
1995 - Miguel Torga (na imagem), poeta, ficcionista e ensaísta português (n. 1907).

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

PROGRAMA "BANDAS EM CONCERTO" POR SALA DE ESPECTÁCULO

AUDITÓRIO DA CASA DA CULTURA DE SANTA COMBA
11. JANEIRO 15H30 Banda Nova de Fermentelos
08. FEVEREIRO 15H30 Filarmónica Ressurreição de Mira
08. MARÇO 15H30 Associação Filarmónica 25 de Setembro
19. ABRIL 15H30 União Filarmónica do Troviscal
10 . MAIO 15H30 Associação Musical da Pocariça

CENTRO CULTURAL DE CELORICO DA BEIRA
24. JANEIRO 21h30 Filarmónica Artística Pombalense
28. FEVEREIRO 21h30 Associação de Instrução e Recreio Angejense
21. MARÇO 21h30 Banda Bingre Canelense
18. ABRIL 21h30 Banda Velha União Sanjoanense
16. MAIO 21h30 Filarmónica União Taveirense

CENTRO DE ARTES E ESPECTÁCULOS (CAE) FIGUEIRA DA FOZ
18. JANEIRO 16h00 União Filarmónica do Troviscal
26. ABRIL 16h00 Associação Musical da Pocariça

CINE TEATRO AVENIDA - CASTELO BRANCO
25. JANEIRO 16H00 Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca
22. FEVEREIRO 16H00 Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira
22. MARÇO 16H00 Banda Marcial de Fermentelos
19. ABRIL 16H00 Filarmónica Fraternidade Poiarense
17. MAIO 16H00 Banda Nova de Fermentelos

CINE TEATRO DE ESTARREJA
18. JANEIRO 16H00 Filarmónica Boa Vontade Lorvanense
22. MARÇO 16H00 Sociedade Filarmónica de Mões
17.MAIO 16H00 Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias
31. MAIO 16H00 Filarmónica União Sertaginense

CINE TEATRO DE MAÇÃO
31. JANEIRO 21h30 Associação Filarmónica União Verridense
28. MARÇO 21h30 Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca
23. MAIO 21h30 Sociedade Musical Gouveense - Pedro Amaral Botto Machado

TEATRO CINE DE GOUVEIA
21. MARÇO 21h30 Filarmónica União Taveirense
18. ABRIL 21h30 Sociedade Filarmónica Senhor dos Aflitos

BANDAS EM CONCERTO 2009 - JANEIRO

Pelo terceiro ano consecutivo, vai a Direcção Regional de Cultura do Centro organizar a temporada de Bandas em Concerto. Esta iniciativa procura dar a oportunidade às bandas do Centro de efectuar concertos em algumas das melhores salas de espectáculos da Região, estando mais uma vez a Sociedade Musical Gouveense entre as seleccionadas (novamente a única do Distrito da Guarda).Para já, estão agendados os concertos para o mês de Janeiro que são os seguintes:


  • 11 de Janeiro, pelas 15h30 no Auditório da Casa da Cultura de Santa Comba Dão - Banda Nova de Fermentelos;

  • 18 de Janeiro, pelas 16h00 no Cine Teatro de Estarreja - Filarmónica Boa Vontade Lorvanense;

  • 24 de Janeiro, pelas 21h30 no Centro Cultural de Celorico da Beira - FIilarmónica Artística Pombalense;

  • 25 de Janeiro, pelas 16h00 no Cine Teatro Avenida de Castelo Branco - Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca;


  • 31 de Janeiro, pelas 21h30 no Cine Teatro de Mação - Associação Filarmónica União Verridense.

http://bandagouveia.blogspot.com/

EFEMÉRIDES DE 16 DE JANEIRO

1909 - A expedição liderada por Sir Ernest Henry Shackleton marca o Polo sul magnético.
1919 - Entra em vigor nos Estados Unidos da América a Lei Seca.
1979 - Revolução Iraniana: o Reza Pahlavi foge do Irã com a sua família e se muda para o Egito.
Nasceram neste dia...
1901 - Fulgencio Batista, ditador cubano (m. 1973).
1938 - Jô Soares, (na imagem) humorista, escritor e apresentador brasileiro.
1953 - Artur Albarran, jornalista e apresentador português.
Morreram neste dia...
1866 - Phineas Parkhurst Quimby, cientista norte-americano (n. 1802).
1918 - Jules Lachelier, filósofo francês (n. 1832).

JOSÉ ALBANO APOIA JOSÉ SÓCRATES


quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

EFEMÉRIDES DE 15 DE JANEIRO

69 - Galba é morto pela Guarda pretoriana; no mesmo dia, o Senado reconhece Otão como novo imperador romano.
1759 - O Museu Britânico, em Londres, é aberto ao público na Montagu House, Bloomsbury.
1975 - É assinado o Acordo de Alvor, em que Portugal reconhece a independência de Angola.
Nasceram neste dia...
1809 - Pierre-Joseph Proudhon, anarquista francês (m. 1865).
1929 - Martin Luther King Jr. (na imagem), ativista político norte-americano (m. 1968).
1975 - Mary Pierce, tenista franco-norte-americano-canadiana.
Morreram neste dia...
936 - Rei Raul I de França (n. c. 890).
1919 - Rosa Luxemburgo, filósofa marxista e revolucionária polaca (n. 1871).
2007 - Barzan Ibrahim al-Tikriti, político iraquiano (n. 1951).

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

BANDA DO EXÉRCITO EM COIMBRA

A Banda Sinfónica do Exército, sob a direcção do Maestro Major Lemos Botelho, vai realizar um Concerto no próximo dia 15 de Janeiro, pelas 21h30, no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra. Trata-se do concerto de Ano Novo da Brigada de Intervenção.O programa do concerto será o seguinte:

- Pinocchio - Alex Poelman
- Rosas do Sul - Johann Strauss Jr.
- Innuendo - Queen, Arr. Jorge Salgueiro
- Galope dos Bandidos - Johann Strauss
- Marcha Egípcia - Johann Strauss
- Dança das Horas - Amilcare Ponchielli
- Vozes da Primavera - Johann Strauss
- Perpetuum Mobile - Johann Strauss

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RESUMO DE NOTÍCIAS DE 14 DE JANEIRO DE 2009

Governo· Casamento gay na moção de Sócrates (Diário de Notícias) A moção global que José Sócrates apresentará no próximo congresso do PS deverá conter um compromisso claro do partido no sentido de legalizar os direitos conjugais iguais entre hetero e homossexuais. A proposta estará amanhã em cima da mesa, na última reunião do grupo redactor da moção, presidido por António Costa. Caberá a José Sócrates a palavra final. Membros deste grupo admitiram ao DN que dificilmente haverá margem para o líder recusar um discurso clarificador na matéria. A questão do casamento entre pessoas do mesmo sexo foi matéria de embaraço político para o PS em Outubro passado, por via de dois projectos-lei (do Bloco e do PEV). Os socialistas, apesar de se dizerem favoráveis ao casamento entre homossexuais (ou a uma qualquer fórmula intermédia entre o casamento e as uniões de facto, que consagre o reforço dos direitos conjugais da comunidade homossexual), votaram contra, considerando que é necessário mais debate na sociedade portuguesa. Argumentaram também que esta medida legal não fora objecto de compromisso do PS nem no programa eleitoral apresentado em 2005 nem no programa do Governo que se lhe seguiu. · Sócrates debate Saúde com deputados (Diário de Notícias) O primeiro-ministro volta hoje à Assembleia da República para debater com os deputados o sistema de saúde português. O tema da discussão quinzenal foi escolhido pelo Governo, que contraria assim o assunto dominante nas últimas presenças em S. Bento: a crise económica. Na segunda-feira, Manuel Alegre, a principal voz critica do PS, elogiou a ministra da Saúde, Ana Jorge, que o apoiou nas presidenciais em 2006. · Oliveira e Costa passou em silêncio pela comissão parlamentar (Jornal de Notícias) // Silêncio frustrou expectativas dos deputados (Diário Económico) // BPN - Oliveira e Costa optou pelo silêncio no Parlamento (Público) Os jornalistas não puderam ouvir o silêncio de Oliveira e Costa, que invocou o estatuto de arguido para não responder às questões dos deputados da comissão de inquérito ao caso BPN, numa sessão que decorreu, ontem, à porta fechada. A decisão de manter secreta a audição foi tomada apenas com os votos favoráveis do PS e do PSD ainda antes de estar confirmada a recusa de colaboração do antigo presidente do BPN, que está preso preventivamente, acusado de burla agravada e branqueamento de capitais. PCP, CDS-PP, BE e Verdes consideraram que a decisão de fechar ou não a porta da comissão deveria ser tomada só depois de Oliveira e Costa esclarecer se responderia a perguntas. Mas os dois maiores partidos representados na comissão subscreveram a proposta da presidente, a socialista Maria de Belém, e os jornalistas foram convidados a sair da sala, antes da chegada do antigo secretário de Estado de um dos governos de Cavaco Silva. A alegação foi a protecção do segredo de justiça, tendo em conta os processos que recaem sobre o arguido, que, afinal, nada disse. · Soares agita fantasma da ingovernabilidade para ajudar o PS (Jornal de Notícias) Mário Soares defendeu ontem que a crise pode tornar o país "ingovernável" em 2009, mas admitiu que uma maioria absoluta do PS nas próximas eleições legislativas pode evitar que tal aconteça "As oposições pensam em deitar este Governo abaixo, mas têm de pensar na alternativa e em qual vai ser a alternativa senão caímos no risco de o país se tornar ingovernável". Questionado pelos jornalistas sobre se uma maioria absoluta do PS poderia contribuir para evitar um cenário de instabilidade governativa, o fundador do PS respondeu: "Admito isso". · Soares critica Governo (Jornal de Notícias) Mário Soares defendeu, ontem, que Portugal devia "ter tomado posições públicas" sobre Guantánamo e sublinhou que o país deve "manter uma cultura de independência ética" e não ser uma 'maria vai com as outras'". "Guantánamo é um exemplo extremo do desrespeito pelos direitos humanos, temos de manter uma cultura de independência ética e a coragem de erguer a voz e na defesa da coerência dos nossos valores e não sermos a 'maria vai com as outras'", defendeu o antigo chefe de Estado, durante uma conferência sobre "Contributos para uma estratégia nacional", que teve lugar no Instituto de Defesa Nacional (IDN).

Oposição· PCP e BE querem salvar pensões (Diário de Notícias) O líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, anunciou ontem que vai propor a revogação do factor de sustentabilidade das pensões, decorrente da reforma da Segurança Social, por considerar que este é "altamente prejudicial para a coesão nacional e para os rendimentos dos reformados".O deputado comunista frisou que numa pensão de mil euros a aplicação desse factor de sustentabilidade representa uma quebra de treze euros e 20 cêntimos. Fazendo uma projecção para 2050.O líder dos deputados comunistas frisou que nessa altura a aplicação desse factor de sustentabilidade pode representar uma quebra de 20 % no valor das pensões. · Jardim defende eleições conjuntas (Diário de Notícias) Jardim quer autárquicas e legislativas no mesmo dia Eleições. Líder madeirense contra antecipação das eleições legislativas. O PSD/Madeira não considera questão de relevo a marcação das datas dos três actos eleitorais, conforme a legislação em vigor, em termos constitucionais. Razão por que Alberto João Jardim "não vê qualquer justificação para a antecipação das eleições para a Assembleia da República, nem inconveniente na coincidência destas (eleições legislativas) com as eleições autárquicas", refere o comunicado assinado pelo presidente da Comissão Política Regional do PSD/Madeira. · Oposição interna do BE contra apoio a Alegre (Público) As duas moções alternativas à da actual direcção do Bloco de Esquerda (BE) que se apresentam ao congresso de 7 e 8 de Fevereiro em Lisboa, rejeitam em absoluto qualquer apoio deste partido ao PS, seja em coligação pré ou pós eleitoral, tanto nas legislativas como nas autárquicas. Uma delas - a originária do movimento Rupturas, de João Delgado e Gil Garcia - rejeita mesmo qualquer apoio do BE a uma candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República, caso esta seja apoiada pelo PS. · PSD não definiu orientação que exclua candidatos às autárquicas envolvidos em processos judiciais (Público) Convidado pela concelhia para a Câmara de Olhão, o ex-inspector da Polícia Judiciária Gonçalo Amaral pode ser a primeira pedra no sapato de Ferreira Leite A eventual candidatura do ex-inspector da PJ Gonçalo Amaral à presidência da Câmara de Olhão reabriu a discussão sobre a "credibilidade" das escolhas do PSD, liderado por Manuela Ferreira Leite, para as próximas autárquicas, ressuscitando, por arrastamento, a querela em torno da aposta em candidatos que estão a contas com processos judiciais. Sem ter aprovado qualquer orientação política que acautelasse a escolha de candidatos nestas circunstâncias, a comissão política nacional do PSD, a quem compete ratificar os nomes aprovados pelas estruturas locais do partido, poderá ter de arrostar com a ira da distrital algarvia, liderada por Mendes Bota, caso opte pelo veto.

Opinião· Da inutilidade de uma comissão de inquérito - Editorial (Diário de Notícias) O episódio da ida de José Oliveira Costa à Assembleia da República suscita uma questão: qual a eficácia de uma comissão parlamentar de inquérito que decorra em paralelo com um processo de investigação criminal? A questão não é de somenos, até porque, como é público e notório, a Justiça não gosta de comissões parlamentares de inquérito, com o argumento de que estas conflituam com a investigação. O estatuto de arguido invocado pelo ex-banqueiro para não prestar declarações no Parlamento prova o contrário. Mais, demonstra a inutilidade da convocatória. O que está em causa na Comissão de Inquérito ao caso BPN é saber se a nacionalização do banco foi bem feita e se o Banco de Portugal funcionou como devia neste caso. · Ir a votos (Público) Em artigo de opinião Miguel Gaspar afirma que "José Sócrates deu o pontapé de saída para o debate sobre o calendário eleitoral de 2009 na entrevista de dia 5 à SIC, propondo a coincidência entre as eleições legislativas e as europeias e afastando a hipótese de uma sobreposição entre as autárquicas e as legislativas. Toda a gente percebeu as razões do primeiro-ministro. O Governo está a entrar no ano eleitoral em regime de contra-relógio - é como um ciclista a fugir da crise. E como o caminho é a descer, tem de evitar a todo o custo o risco de uma queda. Ao PSD daria jeito as legislativas ao mesmo tempo que as autárquicas, uma hipótese que o partido não reclamou. Mas, considerações tácticas à parte, a questão de fundo consiste em saber se faz sentido sobrepor eleições. Em qualquer destes dois casos, essa opção passa sempre por desvalorizar um dos actos eleitorais em relação ao outro".· Expectativas de futuro (Público) Em artigo de opinião Duarte Cordeiro afirma que "o ano de 2009 será determinante para o futuro do país. Teremos de enfrentar os impactos de uma crise internacional e teremos três eleições que definirão o rumo da política para os anos mais próximos. Este é o contexto que marca o próximo congresso do PS e a propósito do qual foi recentemente anunciado o grupo, liderado por António Costa, que elaborará a moção de recandidatura de José Sócrates a secretário-geral. Esta moção cria alguma expectativa em relação a alguns pontos em que pelo menos a JS gostaria que o PS demonstrasse maior ambição".

EFEMÉRIDES DE 14 DE JANEIRO

1952 - Iniciam-se os Jogos Olímpicos de Inverno em Oslo.
1980 - Inicia-se o segundo mandato de Indira Gandhi como primeira-ministra da Índia.
2001 - Jorge Sampaio (na imagem) é reeleito Presidente da República Portuguesa. ~
Nasceram neste dia...
1841 - Berthe Morisot, pintora francesa (m. 1895).
1875 - Albert Schweitzer, teólogo, músico, filósofo e médico alsaciano (m. 1965).
1977 - Narain Karthikeyan, automobilista indiano.
Morreram neste dia...
1898 - Lewis Carroll, escritor e matemático britânico (m. 1832).
1905 - Ernst Karl Abbe, físico alemão (n. 1840).
1966 - Sergei Korolev, engenheiro de foguetes soviético (n. 1907).

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

OS GOUVEENSES JÁ CONFIAM NA MUDANÇA

O Secretariado do Partido Socialista Gouveia prestou atenção à “Mensagem do edil gouveense”. Este refere que “Nunca, como hoje, o País foi tão desigual e tão pouco solidário”.
Os gouveenses notam algo de irreal nesta afirmação pois nunca como hoje Portugal foi mais igual e solidário. Desde 2007 que a situação de pobreza e as desigualdades sociais estão a diminuir devido à criação de medidas sociais. Por isso, segundo José Sócrates, neste momento “muita gente terá de morder a língua” por dizer que as desigualdades estavam a aumentar. Mais igual nas oportunidades dadas aos cidadãos, na equidade com que se tratam os diferentes estratos sociais. Com o governo Socialista há mais acesso à saúde, mais solidariedade no apoio à maternidade, à infância, aos mais desfavorecidos. O complemento solidário a idosos. Acesso ao ensino e à educação. O Programa Novas Oportunidades. O Ensino e a aquisição de competências como domínio essencial para o crescimento de qualquer país. A isto chama-se agir positivamente e não ficar de braços caídos à espera de ver a crise passar. O governo está preocupado com o apoio à economia, ao emprego e às famílias tomando soluções que orgulham a história do Partido Socialista.
Há uma verdade que ninguém consegue negar: o Governo do Partido Socialista, com postura dialogante, teve coragem para passar das palavras aos actos, tomando medidas no interesse geral do país. Investiu na educação dos portugueses pois o número de alunos nas escolas tem subido desde o ano lectivo 2005/2006. A aprendizagem do Inglês, Educação musical e Educação Física no 1.º ciclo faz parte do dia a dia das escolas onde passou a haver uma escola a tempo inteiro. Em 2008 mais estudantes usufruíram da acção social escolar. Houve a implementação do programa e-escola e o e-escolinha que permitiram a universalização do acesso às novas tecnologias. Muitos estudantes usufruíram gratuitamente de refeições, material e manuais escolares. Foi também lançado o programa de modernização das escolas. São medidas a pensar no futuro do nosso país. Trata-se de uma série de mudanças na Educação no sentido de fomentar um país mais justo e moderno – mais cursos, mais alunos, mais e melhores resultados. Mais inclusão, menos desigualdades sociais.
Além de confundir desigualdade e solidariedade com dificuldades o ilustre edil gouveense usa este jogo de palavras para, em abstracto, se entender que isto é um desafio aos cidadãos. Porém, os cidadãos sentem e conhecem no labor das suas forças e do seu conhecimento a maneira prática, concreta para enfrentar as dificuldades, com o nome de crise financeira. Esta crise é a nível mundial pelo que tem impacto na economia real.
Os gouveenses sentem e sabem qual é a realidade, pois o edil gouveense deixará mais dívidas para o novo presidente de Câmara. Quanto ao “deixarei mais obra” aí é que os gouveenses ficam estupefactos! Onde se encontram realizadas as novas obras anunciadas em grandes placards durante a última campanha Autárquica? Afinal o concelho está tão desigual!
Não assumimos uma posição maniqueísta, pois melhor fora uma Câmara não realizar qualquer benfeitoria, senão para onde iria o dinheiro dos contribuintes? Neste domínio está presente o dinheiro proveniente do Governo e dos Fundos Europeus. O que fizeram está realizado, mas é necessário dar o seu a seu dono: todas as placas devem informar a proveniência dos fundos.
Mais dívidas sim, mas menos obra.
Em outras ocasiões aqui viemos lembrar e fazer justiça aos Autarcas que em momentos muito difíceis lançaram as grandes obras estruturantes do nosso concelho. Obras estas que foram o motor dinamizador e emancipador da qualidade de vida. Só para lembrar algumas: rede de esgotos, infra-estruturas desportivas, escolares, rodoviária. Mas também sabemos que nem tudo foi concretizado, pois é no exercício da democracia que as nações avançam para estados de vida mais evoluídos e de bem-estar.
A mensagem que nos foi transmitida pelo edil gouveense e que outros possivelmente repetirão inúmeras vezes até se lhes acabar a pilha, é sempre a mesma: Gouveia está em contra ciclo. Só se for o de mudar os locais das obras públicas realizadas, como o Centro de Saúde e outras, em curso, como o Tribunal e a Escola Básica Integrada.
Como sabemos o ciclo actual é de crise, uma crise financeira que arrasta consigo o desemprego. Estar em contra ciclo significaria existência de dinheiro a rodos e oferta de emprego para a população gouveense.
Porém os gouveenses não se deixam deslumbrar com miragens que lhes querem impingir, quer estas sejam as luzes natalícias ou o falso brilho de estrelas que ficarão enferrujadas e carcomidas pelo tempo – ou tudo isto não fosse show-off com que nos têm presenteado durante a sua gestão. No entanto, em tom de profecia referiu que é para todo o sempre. Engana-se, porque as areias do tempo tudo levam. Assim, nem a rotunda da pulga é a porta de Gouveia (existem muitas portas para se entrar em Gouveia) nem o design da figura personifica o povo Gouveense, o concelho de Gouveia. O brasão do Concelho de Gouveia é bem conhecido de todos os gouveenses, porque o trazem no coração e, por isso, nunca o irão trocar por ideias que aparecem sorrateiramente, querendo dar nas vistas mas que não emanam nem sol nem luz.
Assim o que esta figura revela é que a “a sua beleza é vã e o seu falso brilho enganador” e que os 147.673,60€ (Euros) gastos naquela realização seriam melhor aplicados na criação de uma empresa individual ou no incentivo ao comércio local ou às pequenas empresas. Neste sentido foi correcta a consideração de “imoral” por parte do deputado Socialista na Assembleia Municipal, Sr. Eng.º Ruben Figueiredo.
Os gouveenses acreditam que se pode travar o maior surto de imigração de sempre, a debandada dos nossos jovens para outras paragens e sem bilhete de regresso. Gouveia pode anular o definhar do nosso comércio local com uma nova dinâmica e estratégia que dê sustentabilidade.
Os gouveenses sabem e têm uma certeza: a maior dívida de sempre da Câmara Municipal de Gouveia. No entanto ninguém sabe quanto deve a Câmara Municipal. Mesmo assim, todos sabemos que este edil contraiu a maior dívida de sempre, ele próprio o reconhece, o que o leva a ter de negociar em tribunal com alguns empreiteiros. Ao que diz!...em jeito de despedida antecipada, deixa também obras. Refere-se certamente ao passadiço, ou a mais uma rotunda, marcas que definem a aposta no investimento e nas políticas da força maioritária na Câmara.
Enquanto os nossos vizinhos senenses discutem a instalação de uma unidade empresarial que se propõe criar mais de uma centena de postos de trabalho, por cá desvia-se a atenção dos problemas para o debate sobre o ex-cruzamento da pulga, se o mesmo se deve chamar de rotunda da estrela, ícone deste edil, monumento enferrujado que mais tarde alguém há-de mandar para a reciclagem. Seia ganhou, através de algumas políticas consertadas que tem vindo a seguir, o estatuto de cidade da Serra da Estrela, pólo de investimento para grandes empresas como a EDP, destino turístico com oferta hoteleira e de restauração. E nós? Ficamo-nos com o epíteto de capital da aventura e a promessa de que a estrela nos há-de guiar. Ao mínimo suspiro dos tempos surgem os sinais de desânimo a que chegámos.
Anunciam-se grandes eventos!...
Não será certamente o indoorsnow, a academia do desporto ou a nova zona empresarial de condomínio fechado. Pois estes, os Gouveenses, com todo o respeito, “já estão carecas” de conhecer o seu destino. Trata-se certamente de deitar-a-baixo o gimnodesportivo para alargar o cemitério ou de mais uma arranjo na praça de S.Pedro, um simples (!) levantamento do passeio junto à Igreja de S. Pedro, para justificar a instalação da caravana das farturas (?).
Se alguma coisa resta desta gestão autárquica são as obras feitas pelo governo do Partido Socialista bem visível nas várias placas colocadas pelo edil gouveense. Prometidas, mas sempre adiadas, no tempo do Dr. Cavaco Silva, iniciadas com o Eng.º António Guterres, estagnadas com Dr. Durão Barroso e Dr. Santana Lopes vêem-se, agora, concretizadas pelo Eng.º José Sócrates. É fácil “sonhar” com as obras feitas pelos outros, utilizando-as como justificação para as políticas de esbanjamento sem qualquer proveito para o desenvolvimento do nosso concelho.
Terminou, assim, mais um ano, o sétimo desta gestão sem visão estratégica para o concelho, que apenas apostou na promoção e no culto do protagonismo e que se traduz no desânimo dos gouveenses.
O ano de 2009 acrescenta a continuação destas políticas gastadoras sem proveitos. Contudo, também traz consigo a esperança da mudança nas eleições que se anunciam.
É preciso acreditar que o nosso concelho pode inverter esta situação de desalento que transpira em cada Gouveense. É preciso acreditar na mudança que proporcionará protagonistas responsáveis, na esperança que motivará novos líderes com base em projectos novos que urge pôr em prática a fim de construir os pilares consistentes para o desenvolvimento do nosso concelho. Este desafio é uma Oportunidade de Mudança.
É com esta esperança de mudança e confiança no governo do Partido Socialista que cremos que o Ano de 2009 vai ser mais fácil para as famílias que podem esperar ter melhor rendimento disponível devido à baixa da taxa de juro, do preço dos combustíveis e da inflação, podendo ter maior poder de compra. A preocupação do governo Socialista irá ser em 2009, defender o emprego bem como a competitividade das empresas. Com esta convicção desejamos a todos os gouveenses um melhor ano 2009.

O Secretariado do Partido Socialista Gouveia.

DESENVOLVIMENTO RURAL - Tempo de Mudança


RESUMO DE NOTÍCIAS DE 13 DE JANEIRO DE 2009

Governo· Empresários pedem maioria nas legislativas (Diário Económico) Em 35 anos de democracia, em Portugal, apenas saíram das eleições legislativas três maiorias absolutas e só quatro dos 17 governos constitucionais concluíram a legislatura. É a instabilidade política que os empresários temem depois de 2009 e, por isso, defendem que o melhor para o país é uma maioria absoluta, seja ela do PS ou do PSD. O agudizar da crise internacional e a necessidade de estabilidade nas políticas públicas são os principais argumentos dos empresários para explicar a necessidade de uma maioria parlamentar na próxima legislatura. Há, porém, quem lembre o perigo das maiorias se tornarem "despóticas". · Sampaio e Vital Moreira querem revisão constitucional (Diário Económico)
Sócrates e Ferreira Leite têm estratégias diferentes até na hora de pedir, ou não, maioria absoluta. O actual primeiro-ministro já a pediu e garante que não falará sobre cenários de coligações até às eleições. Já a líder da oposição garante que não vai pedir aos eleitores a maioria, nas próximas legislativas, e admitiu a possibilidade de estabelecer acordos com a oposição. Entretanto, a teoria de que em tempo de crise a maioria absoluta é um garante de estabilidade para o país está a ganhar adeptos, de peso, à esquerda. Ontem, o ex-presidente da República Jorge Sampaio defendeu, num artigo publicado no "Diário de Notícias", que é necessário rever a constituição de forma a "afrontar a questão da governabilidade do país" tendo como objectivo estabilidade governativa. Vital Moreira já tinha alertado para a necessidade de fazer um alteração constitucional em prole da estabilidade governativa. O constitucionalista, próximo do PS, afirmava mesmo, em artigo de opinião no "Público", em Dezembro, que "é de crer que o tema da governabilidade integre a agenda da próxima revisão constitucional, na legislatura que vem".· Vera Jardim critica "declarações infelizes" de Carlos César (Diário Económico) // Vera Jardim critica líder açoriano (Diário de Notícias) // Vera Jardim acusa Carlos César de pôr "sal na ferida" (Público) Vera Jardim afirmou ontem, na Renascença, que a entrevista do presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, à TSF/DN, veio "pôr sal na ferida" nas relações de Sócrates e Cavaco. Para o deputado socialista, as acusações de Carlos César contrariam "o esforço meritório e correcto do primeiro-ministro", com vista a reduzir o conflito a propósito da aprovação do Estatuto dos Açores a "uma mera divergência de opiniões". · Porta para acordo com PS é "estreita" (Diário Económico) // Alegre considera estreita porta do diálogo com PS (Jornal de Notícias) // Alegre vai manter movimento, criar base programática e continua em reflexão sobre criação de novo partido (Público) Manuel Alegre diz que a porta do diálogo com José Sócrates "é estreita". Interrogado sobre se vai criar um novo partido político, o deputado socialista foi vago: "Eu nunca disse que ia fazer um partido. Também nunca disse que não o fazia. Isso é um direito meu". · Cavaco pede resposta comum à crise (Diário de Notícias) Cavaco Silva defendeu ontem que a procura de "soluções isoladas" seria o maior erro na resposta à actual crise económica. Nesse sentido, o Presidente da República (PR) sublinhou a necessidade de revisão da "arquitectura financeira internacional", com uma regulação mais eficaz e uma supervisão dotada de mais meios. "No presente contexto, os nossos cidadãos precisam de sinais de confiança", afirmou o chefe do Estado, falando numa cerimónia de cumprimentos de Ano Novo do corpo diplomático estrangeiro em Portugal. As actuais dificuldades económicas foram o pretexto para Cavaco Silva deixar expresso o desejo de um consenso em torno do Tratado de Lisboa. "Se há algo que a presente crise internacional demonstrou foi a vantagem da integração europeia e a importância do mundo poder contar com a sua voz, o peso colectivo e a liderança da Europa num momento difícil", destacou o PR, acrescentando que a UE pode e deve reforçar a sua influência na condução da agenda global". · Parlamento ouve Oliveira Costa à porta fechada (Jornal de Negócios) // Antigo líder do Banco Português de Negócios vai hoje ao Parlamento mas poderá não responder aos deputados (Público) O antigo presidente do Banco Português de Negócios (BPN), José de Oliveira Costa, vai hoje abandonar, por algumas horas, a zona prisional da Polícia Judiciária, para prestar esclarecimentos na comissão parlamentar de inquérito à nacionalização do BPN. No entanto, as explicações do gestor serão ouvidas apenas pelos deputados, uma vez que a audição terá lugar à porta fechada, adiantou Maria de Belém Roseira, a deputada socialista que dirige os trabalhos de inquirição. · Elisa e Couto avançam este mês (Jornal de Notícias)
As candidaturas de Elisa Ferreira, à Câmara do Porto, e de Joaquim Couto, em Gaia, são formalizadas ainda este mês, com a primeira a ser votada em Comissão Política Concelhia do PS no próximo dia 23 e o segundo dois dias antes. Apesar de ambos já estarem confirmados como sendo as escolhas de todas as direcções do partido, terão ainda de ser discutidos e aprovados em Comissão Política dos respectivos concelhos antes de poderem avançar com as candidaturas. E o objectivo do PS é que haja o máximo consenso possível nos plenários, de modo a que o partido possa ir unido para eleições. Além disso, a intenção da Distrital do Porto é fechar os processos de indicação dos candidatos em todos os concelhos ainda durante este mês. Oliveira e Costa ouvido hoje no Parlamento (24 Horas) // Oliveira e Costa sem algemas (Correio da Manhã)
O antigo presidente do Banco Português de Negócios (BPN), José Oliveira e Costa, vai ser ouvido hoje no Parlamento, mas poderá recusar-se a responder a questões relacionadas com o processo de que é arguido, disseram ontem à agência Lusa fontes judiciais. O antigo administrador do BPN vai ser ouvido pelas 14h30 no âmbito da Comissão de Inquérito Parlamentar à supervisão e à situação que levou à nacionalização do banco. · "Comigo não há mercearia", diz Alegre (24 Horas) Manuel Alegre reuniu ontem os seus apoiantes em Lisboa para avaliar o relacionamento com o PS.Uma avaliação que tem, para já, uma dificuldade , a da integração do nome do deputado nas listas do partido. O deputado e poeta deixou, aliás, o recado para a direcção de José Sócrates:"Comigo não há mercearia. A nossa disputa não é por cargos ou por lugares" ou seja, é de propostas. O vice -presidente do Parlamento frisou que a porta do diálogo com o líder do PS" é estreita".

Educação· Greve à avaliação está no limite da lei (Diário de Notícias) // Fenprof promete greve de 19 como a de Dezembro (Público) Os sindicatos apresentaram ontem ao Ministério da Educação um pré-aviso de greve às aulas assistidas, que abrangerá todos os professores avaliadores que tenham de observar aulas para efeito de avaliação. Juristas contactados pelo DN defendem que a acção dos sindicatos está no limite da legalidade e tanto pode ser considerada legal como ilegal por um juiz. Professores fazem greve às aulas assistidas (24 Horas) A plataforma sindical entregou ontem ao Ministério da Educação (ME) um pré-aviso de greve para o período entre 20 de Janeiro e 20 de Fevereiro, para permitir que os professores avaliadores se recusem a observar aulas dos seus avaliados. Segundo o regime simplificado do modelo de avaliação de desempenho definido pelo Governo, a componente científico-pedagógica, que assenta, sobretudo, na observação de aulas, deixa de ser obrigatória, excepto para professores que queiram obter as classificações de Muito Bom e Excelente.

Oposição· Oposição pode forçar atraso da lei do Trabalho (Diário Económico)
Os partidos da oposição poderão provocar um novo atraso ao processo de revisão do Código do Trabalho, dificultando a sua entrada em vigor em Janeiro. À boleia da identificação de uma norma inconstitucional - a extensão do período experimental para 180 dias - a oposição poderá apresentar novas propostas de alteração ao documento, aquando da sua discussão em plenário, no próximo dia 21. · "César está feito com os colonialistas de Lisboa" (Diário de Notícias) // Jardim quer Ferreira Leite a pedir a maioria absoluta (Público)
Enquanto Alberto João Jardim acusa o Governo da República de ter dois pesos e duas medidas na relação financeira e institucional com as regiões, "beneficiando" o executivo socialista dos Açores em detrimento da Madeira, César aplicou o mesmo argumento e substituiu José Sócrates por Cavaco Silva. Para o líder açoriano, o Presidente da República (PR) tem, também, diferenças de tratamento. Ou seja, dramatizou excessivamente a questão do Estatuto dos Açores mas manteve o silêncio em ocasiões importantes da vida política madeirense, numa referência implícita ao caso da suspensão do deputado do PND. Jardim discorda do homólogo açoriano, reiterando que, pelo contrário, o PR tem estado "mais atento e célere" na resolução das questões dos Açores do que nas da Madeira, problemas que "continuam por resolver".· Ferreira Leite em dois comícios (Diário de Notícias) Manuela Ferreira Leite estreia-se esta semana em comícios no Continente na qualidade de presidente do PSD, discursando sexta-feira no Europarque de Santa Maria da Feira, tendo outro comício agendado para Braga na próxima semana. De acordo com fontes do gabinete da presidente do PSD, os dois eventos acontecem a convite das respectivas distritais do partido. Em Novembro de 2008, a Comissão Permanente da Distrital de Braga do PSD colocou a possibilidade de realização de um congresso extraordinário, anunciando a intenção de convocar um plenário de militantes para debater esse cenário. Ainda em Novembro, a maioria dos líderes concelhios do distrito manifestou-se solidária com Ferreira Leite e contra a realização do congresso, que poria em causa a liderança. · CDS-PP questiona texto de Sócrates (Jornal de Notícias) O CDS-PP exigiu ontem explicações ao Governo sobre a inclusão de um texto de Sócrates entre as leituras recomendadas para acesso a promoções no Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP). "Intervenções de membros do Governo jamais poderão ser alvo de leitura e comentário em provas de acesso a vagas de emprego em organismos públicos", defendeu o deputado Pedro Mota Soares. Ataque a César (24 Horas) Alberto João Jardim afirmou ontem que Cavaco Silva tem estado "mais atento e célere" na resolução das questões dos Açores do que nas da Madeira. O líder madeirense considerou que o presidente do Governo açoriano "está feito com os colonialistas" de Lisboa e que a alteração do Estatuto foi "uma estratégia socialista para inviabilizar uma futura revisão constitucional e manter um sistema colonial". · "PSD não me quis" (24 Horas) Alberto João Jardim revelou ontem à noite, em entrevista ao jornalista Mário Crespo, na SIC, que ponderou avançar para a liderança do PSD, o ano passado. "Senti que o meu partido não quis ter um líder que queria acabar com grupos e grupelhos e pusesse aquilo na ordem", lamentou o presidente do Governo Regional da Madeira. Jardim não concorreu, Manuela Ferreira Leite avançou e venceu, Jardim apoia-a mas impõe-lhe condições.

Opinião· De que tem medo o primeiro-ministro? (Jornal de Negócios) Em artigo de opinião José Pedro Aguiar Branco afirma que "na obsessão de marcar sistematicamente a agenda política, o primeiro-ministro deu uma entrevista à SIC, no início do corrente ano, com o que pretendeu mostrar aos portugueses que, para além dele, só existe o vazio no que toca a políticas de combate à grave crise que o País atravessa e com que previsivelmente se vai confrontar durante todo o ano de 2009. Para além da fuga às perguntas mais incómodas, da manipulação das respostas (respondendo com "alhos" onde se questionava pelos "bugalhos"), do auto-elogio deslumbrado com o exercício de um mandato em que, afinal, todos os indicadores revelam um país mais pobre, mais endividado, socialmente menos justo - em que o fosso entre ricos e pobres é, cada vez maior -, o primeiro-ministro persistiu em não falar verdade, cavalgou o trilho da mais básica demagogia ("vamos salvar todas as empresas que pudermos...") e reclamou como de sua autoria as poucas boas e eficazes medidas que o Governo mais recentemente - já após a aprovação do orçamento - assumiu no combate à crise".

EFEMÉRIDES DE 13 DE JANEIRO

1750 - Feito o Tratado de Madrid/Madri, documento que definiu o território da colónia brasileira.
1898 - A carta aberta intitulada J'accuse! do escritor Émile Zola expõe o Caso Dreyfus.
1948 - Gandhi inicia um jejum em protesto contra as violências cometidas por indianos e paquistaneses.
Nasceram neste dia...
1635 - Philip Jacob Spener, teólogo alemão (m.1705)
1864 - Wilhelm Wien, físico alemão (m. 1928).
1935 - Renato Aragão, comediante brasileiro.
Morreram neste dia...
1759 - José de Mascarenhas da Silva, nobre português, condenado à morte em virtude do conhecido Processo dos Távoras (n. 1708).
1941 - James Joyce (na imagem), escritor irlandês (n. 1882).
1993 - Mozart Camargo Guarnieri, maestro e compositor clássico brasileiro (n. 1907).

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

EFEMÉRIDES DE 12 DE JANEIRO

1431 - Tem início, em Rouen, o processo de Joana d'Arc, acusada de bruxaria.
1974 - Eclode uma rebelião militar na Etiópia.
1991 - O presidente americano George Bush é autorizado pelo Congresso dos Estados Unidos a atacar o Iraque na Guerra do Golfo.
Nasceram neste dia...
1729 - Edmund Burke, filósofo e político britânico (m. 1797).
1873 - Spiridon Louis (na imagem), atleta grego (m. 1940).
1913 - Rubem Braga, jornalista, poeta e escritor modernista brasileiro (m. 1990).
Morreram neste dia...
1519 - Maximiliano I, Sacro Imperador Romano-Germânico (n. 1459).
1976 - Agatha Christie, escritora britânica (n. 1890).
2001 - Luís Bonfá, cantor, violonista e compositor brasileiro (n. 1922).

domingo, 11 de janeiro de 2009

EFEMÉRIDES DE 11 DE JANEIRO

1922 - É utilizada pela primeira vez a insulina em humanos para o tratamento das diabetes.
1942 - O Japão declara guerra aos Países Baixos e invade as Índias Orientais Neerlandesas.
1994 - O governo irlandês anuncia o fim da censura ao movimento terrorista IRA e seu braço político, Sinn Féin.
Nasceram neste dia...
1924 - Roger Guillemin, endocrinologista francês.
1934 - Charles Anthony Richard Hoare (na imagem), cientista da computação britânico.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

EFEMÉRIDES DE 10 DE JANEIRO

49 a.C. - Júlio César (imagem) atravessa o rio Rubicão e inicia a guerra civil contra Pompeu. 1875 - É fundado o Partido Socialista Português. 1946 - É realizada em Londres a primeira Assembleia Geral das Nações Unidas.
Nasceram neste dia...
1916 - Sune Bergström, cientista sueco (m. 2004).
1944 - Ibrahim Rugova, antigo presidente do Kosovo (m. 2006).
Morreram neste dia...
1276 - Papa Gregório X (n. 1210).
1935 - Edwin Flack, atleta australiano (n.1873).
2007 - Carlo Ponti, produtor cinematográfico italiano (n. 1912).

OBRA DO PROFESSOR PEDRO SOUSA DIGNA DE APLAUSO

É comum a referência às Bandas Filarmónicas como uma espécie de “parente pobre” das orquestras sinfónicas ou ainda como uma variante amadora da arte musical.Esta referência, tantas vezes usada com conotação pejorativa, tem vindo cada vez mais a cair em desuso, muito por força da notável evolução artística das nossas bandas (designadamente as civis), pela capacidade e dinâmica que elas exibem, pelo crescimento e desenvolvimento dos agentes directos das bandas (executantes, maestros, directores, etc.) e indirectos (escolas de música, empresas de instrumentos musicais, etc.).O aparecimento do portal bandasfilarmonicas.com é, na nossa ainda assim suspeita opinião, o corolário e prova desta forma diferente e mais honrosa de olhar as bandas, sinal inequívoco do respeito que cada vez mais granjeiam.O motivo desta introdução é a apresentação pública de um trabalho que faz prova, também, do investimento e interesse que as bandas e a música filarmónica têm despertado e que tem servido de mote à inovação, ao desenvolvimento e crescimento qualitativo das mesmas.Se por um lado se realizam, agora e só agora, trabalhos como o que agora anunciamos, também é certo que para construirmos o futuro é fundamental conhecermos o passado e as nossas origens.É pois na lógica e convicção deste axioma inatacável que o TCor Artª Pedro Marquês de Sousa se lançou num trabalho formidável e pioneiro que constitui património de valor inestimável para toda a comunidade filarmónica.Este Oficial do Exército, actualmente director de uma Banda Filarmónica, juntou à pesquisa exaustiva que efectuou (e continua a efectuar) a sua experiência como músico filarmónico, como estudante do conservatório de Lisboa e actualmente como professor de História na Academia Militar para preparar a obra que será editada brevemente: "HISTÓRIA DA MÚSICA MILITAR PORTUGUESA".Embora partindo do estudo das bandas militares, esta obra aborda também a origem, o desenvolvimento e a evolução das Bandas de Música civis (Filarmónicas).Como é sabido, as diversas obras sobre História da Música editadas em Portugal não fazem qualquer referência às Bandas de Música, militares ou civis, num injusto esquecimento que é ainda mais sentido, num país como o nosso, onde este fenómeno teve e tem uma grande importância na cultura musical. Nesta obra é apresentada a evolução orgânica e instrumental dos agrupamentos musicais militares, em particular das Bandas, caracterizando também a sua dispersão territorial que influenciou o desenvolvimento desta dimensão na sociedade civil, na província e até nas antigas colónias (África, Índia e Macau)Em jeito de introdução, e para aguçar o apetite de todos os filarmónicos, deixamos aqui uma breve descrição/introdução que nos foi facultada pelo próprio autor:Esta obra pioneira sobre a História da Música Militar Portuguesa, aborda a função da música na instituição militar, desde o seu carácter funcional ao artístico, bem como a evolução da organização e do instrumental dos agrupamentos musicais das forças militares e de segurança.Na transição da idade média para a idade moderna, o aparecimento das armas de fogo revolucionou a forma de fazer a guerra e a organização militar recorreu à música dos tambores e clarins, não apenas pelo seu efeito psicológico mas também para desempenhar uma verdadeira função operacional, na transmissão de ordens e na coordenação das manobras tácticas. No século XVIII, a estética do absolutismo influenciou também a constituição e a função dos agrupamentos musicais militares e no século XIX com o liberalismo, a música militar estabeleceu um contacto mais próximo com a sociedade civil.A história da música militar caracteriza também a condição dos músicos e o importante papel que estes desempenharam na metrópole e nas antigas colónias, na divulgação e no ensino da arte musical. Os músicos militares criaram uma verdadeira “escola de instrumentos de sopro” que foi marcante na música clássica e mais tarde também na música ligeira. Como refere Maria José Borges a propósito da herança deixada pelas Bandas Militares na cultura nacional (Portugal e a Regeneração - Vol X da Nova História de Portugal, Dir de Joel Serrão e Oliveira Marques – 2004 ) é curioso constatar que Portugal tem, ainda hoje, muito melhores instrumentistas de sopro do que de cordas.

BANDA NOVA DE FERMENTELOS EM SANTA COMBA DÃO

Integrado no programa "Bandas em Concerto" organizado pela Delegação Regional de Cultura do Centro, a Banda Nova de Fermentelos, sob a direcção do Maestro João Neves, vai realizar um Concerto no próximo dia 11 de Janeiro, pelas 15h30, no Auditório da Casa da Cultura de Santa Comba Dão.
O programa do concerto será o seguinte:
Hispânico - Nuno Osório
Final da 4ª. Sinfonia - Tchaikowsky
Gypsy Rhapsody - Uri Hodonov
Selecção do Belcanto - Arr. João Neves
Europa em Movimento - Arr. João Neves
Marchas de Lisboa - Arr. João Neves

http://bandagouveia.blogspot.com/

EFEMÉRIDES DE 9 DE JANEIRO

1822 - Dia do Fico: Dom Pedro I decide ficar no Brasil e não retornar a Portugal.
1923 - Pela primeira vez se faz um voo num autogiro, realizado na Espanha por Juan de La Cierva y Codorniu.
Nasceram neste dia...
1833 - William James Herschel, cientista britânico (m. 1917).
1913 - Richard Nixon (na imagem), 37.° presidente dos Estados Unidos (m. 1994).
1959 - Rigoberta Menchú Tum, política e ativista guatemalense.
Morreram neste dia...
1571 - Nicolas Durand de Villegagnon, oficial francês, fundador da França Antártica (n. 1510).
1873 - Napoleão III de França, (n. 1808).
1878 - Vítor Emanuel II, rei de Itália (n. 1820).

RESUMO DE NOTÍCIAS DE 8 DE JANEIRO DE 2009 - PARTE 2

Governo· PS veta audição a ministra da Saúde (Correio da Manhã) O Partido Socialista chumbou a audição à ministra da Saúde, Ana Jorge, no Parlamento para esclarecer a alegada repreensão a um jornalista da RTP. A ida do Conselho de Redacção (CR) da Lusa à Assembleia foi igualmente vetada pelo PS. Em causa está uma audição pedida pelo PSD à ministra da Saúde para esclarecer a forma como reagiu a uma pergunta colocada por um jornalista da RTP à ministra da Educação. O caso ocorreu durante a apresentação do Plano de Combate à sida nas escolas. · Costa pode deixar cargo (24 Horas) // Costa pode sair do secretariado do PS (Correio da Manhã) O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, pode ter de abandonar o Secretariado Nacional do PS na sequência do próximo congresso, por já ter atingido o limite de mandatos de direcção previstos nos estatutos do partido.O próprio António Costa explicou à agência Lusa que se encontra, de forma ininterrupta, no Secretariado Nacional do Partido Socialista desde 1994.

Educação· Novo ataque à avaliação (24 Horas) A oposição voltou ontem a pedir em peso, no Parlamento, a suspensão do modelo de avaliação dos professores, alertando para a "instabilidade" provocada pelo Governo por não ceder neste assunto. "O Governo recusa-se a rever o Estatuto da Carreira Docente e insiste numa posição de força", criticou o deputado comunista Miguel Tiago.

Oposição· Manuela preferia baixar impostos (Correio da Manhã) A líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, quer um debate público, televisivo, com o primeiro-ministro, sobre a política económica, "os erros das propostas do Governo e as alternativas que o PSD tem defendido para a recuperação do País" Mas José Sócrates já fez saber que recusa o convite. Em termos económicos, a líder do PSD voltou ontem a dizer que "qualquer folga orçamental deve servir para a redução de impostos e nunca para aumentar a despesa", colocando o ónus deste cenário do lado do Governo, que insiste no investimento público. Mais, a insistência "em investimentos megalómanos" para enfrentar a crise por parte de José Sócrates mereceu a "perplexidade" da líder social-democrata. Quanto ao debate público, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, lembrou que já existem os debates quinzenais no Parlamento e que o Executivo não tem culpa que Ferreira Leite não seja deputada para confrontar José Sócrates. · Eleições não preocupam PSD (24 Horas) O PSD afirma "não estar preocupado" com possíveis alterações no calendário eleitoral deste ano e sublinha que "a fonte de preocupação" do partido "deve ser a crise e a situação dramática" em que vivem os portugueses. "A situação é dramática para os portugueses e a seu tempo tomaremos posição sobre o calendário eleitoral", disse o vice-presidente do PSD, Aguiar Branco. · Eleições não preocupam PSD (24 Horas) O PSD afirma "não estar preocupado" com possíveis alterações no calendário eleitoral deste ano e sublinha que "a fonte de preocupação" do partido "deve ser a crise e a situação dramática" em que vivem os portugueses. "A situação é dramática para os portugueses e a seu tempo tomaremos posição sobre o calendário eleitoral", disse o vice-presidente do PSD, Aguiar Branco.