segunda-feira, 15 de março de 2010

DIÁLOGO CONJUGAL

a) Antes do casamento:

Ele: - Sim, sim! Custou tanto esperar por este momento.
Ela: – Queres que me vá embora?
Ele: – Não! Nem penses nisso.
Ela: – Amas-me?
Ele: – Claro! Muito e muito!
Ela: – Alguma vez me traíste?
Ele: – NÃO!!! Porque ainda perguntas?
Ela: – Beijas-me?
Ele: – Sempre que possível!
Ela: – Vais-me bater?
Ele: – És doida! Não sou desse género de pessoa!
Ela: – Posso confiar em ti?
Ele: – Sim.
Ela: – Querido!

b) Alguns anos depois do casamento:

Ler o diálogo conjugal de baixo para cima.

CONGRESSO P.S.D.




sexta-feira, 12 de março de 2010

AGORA PERCEBO PORQUE O AVATAR FOI O GRANDE DERROTADO NA NOITE DOS ÓSCARES

DIRECTORES VÃO TER PODER PARA SUSPENDER ALUNOS AGRESSORES

A ministra da Educação anunciou ontem que vai apresentar um diploma para reforçar os poderes dos directores de escola para que os alunos agressores possam ser suspensos imediatamente logo após a ocorrência da agressão. Isabel Alçada falava no final do Conselho de Ministros, em conferência de imprensa, onde também defendeu que a violência em meio escolar «tem vindo a diminuir».
A ministra da Educação disse que apresentará em breve uma iniciativa legislativa específica para combater a ocorrência de fenómenos de “bullying” nas escolas portuguesas, dando aos directores de escola a possibilidade de «suspenderem preventivamente alunos que tenham provocado agressões». «Com essa decisão o aluno agressor poderá ser imediatamente afastado da situação de contacto com o aluno agredido. Queremos resolver rapidamente situações de ameaça, conflito ou agressão, sem prejuízo de medidas disciplinares que se instaurem no momento em que há este tipo de situações nas escolas», apontou Isabel Alçada.

Nota: Será esta medida suficiente? 

SONGAEM PARA AS DIRECTAS DO PSD

CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE O PEC

Remeto as linhas gerais sobre “PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO 2010-2013”, apresentado pelo Governo.
É muito importante que o PEC seja visto como uma estratégia adequada e viável para atingir os seus objectivos, devendo, portanto, indicar as medidas necessárias.
Ou seja, importa que o PEC seja credível.
A credibilidade do PEC depende da: 

·         Fiabilidade e, em face da incerteza ainda existente, prudência dos pressupostos macroeconómicos em que assenta
·         Natureza, magnitude e eficácia das medidas preconizadas
·         Percepção existente quanto à capacidade do Governo implementar tais medidas, o que depende da sua reputação e das condições políticas de governabilidade existentes. 

A comunicação do PEC é decisiva não só para a gestão política das condições de governabilidade, mas também para efeitos da sua credibilidade.
Requer realismo. Não se pode ignorar a dificuldade da tarefa a efectuar, nem a exigência e os esforços implicados pelas medidas.
Uma justa e adequada distribuição destes esforços pelos vários grupos sociais é fundamental.

quarta-feira, 10 de março de 2010

REVISTA DE IMPRENSA: OPINIÃO 10/03/2010

Público – Quem vai mandar na Europa? Teresa de Sousa; Chuva, José Vitor Malheiros; Editorial, Uma omissão desnecessária e prejudicial. A única opção da igreja alemã; A beleza ao longe, Miguel Esteves Cardoso; Uma década para as universidade, Bruno Carapinha; Boeltim de Estrasburgo, Rui Tavares;

Diário de Notícias – Editorial, Cavaco Silva, o timoneiro em mar agitado. Silêncio de chumbo; Viver na mentira e no medo do futuro, Baptista-Bastos; Efeitos (pouco) especiais, João Lopes; Livros e guilhotina, Vasco Graça Moura; E depois das cheias? Fernando Santo; Cinco sugestões para reconstruir o futuro, João Belo Rodeia; The machine e J.E. Moniz, Ferreira Fernandes;

Jornal de Notícias – Mais ética na actividade política, José Leite Pereira; Trabalhar mais, Luís Portela; Tripeiros uma vez, tripeiros sempre, Manuel Serrão; Investimento directo estrangeiro, Norberto Pires; Os custos da ingenuidade, Manuel António Pina;

 “i” – Editorial, Um pé(c) descalço, uma geração perdida, André Macedo; Semáforo: Verde – Cavaco Silva, Amarelo – Teixeira dos Santos, Vermelho – Pinto da Costa; Criação latente, António Mendes Nunes; Não se enganem, Paulo Tunhas; Paulo, o ranger do PSD, José de Pina; Fala comigo, Hugo Gonçalves; Nem tudo são rosas, Fernando Silva; O lado positivo, Ana Delicado; Uma alternativa à altura, Vasco Campilho; O segredo e a responsabilidade do Estado, Rui Medeiros; OS brasileiros estavam certos, Rui Oliveira Marques;

Diário Económico – Editorial, O nervosismo europeu; 2020: Odisseia na Europa, Vítor da Conceição Gonçalves; O país segundo o PEC. O primeiro ministro contabilista. Miguel Coutinho; Ergenekon III, Fernando Gabriel; Onde pára o ministro da Economia? António Costa;

Jornal de Negócios – Editorial, Seis mil milhões de razões erradas para privatizar, Pedro Santos Guerreiro; Desconstruindo a paranóia, João Pinto e Castro; O terramoto chileno, João Carlos Barradas; Este PEC não resolve nada, Camilo Lourenço; Pinóquio e o PEC, Fernando Sobral;

Correio da Manhã – Ameaça explosiva, Armando Esteves Pereira; The show must go on, Domingos Amaral; Corrigir um erro, Francisco Penim; Conduta contraditória, Carlos Abreu Amorim;

Focus – Editorial, Os três reis magos, Humberto Simões; O “tudo bem” português, Maria João Lopo de Carvalho; Independência e cidadania já não se aguentam, Manuel Serrão;

terça-feira, 9 de março de 2010

A ARTE DA PLANTAÇÃO DE ARROZ NO JAPÃO

REVISTA DE IMPRENSA: OPINIÃO 09/03/2010

Público – Europa 2020, Vital Moreira; Fomos nós, gente do teatro que…? Jorge Silva e Melo; Editorial, Um programa que se ajusta à realidade. A paz pode esperar; Estado de tédio, Miguel Esteves Cardoso; O voto dispensa a verdade?, Miguel Gaspar; Oficialmente enganados, Pedro Lomba;

Diário de Notícias – Editorial, Credibilidade, fiabilidade e sustentabilidade à prova. Moderação e equidade q.b.; Deu um “tilt” e António Vitorino, Pedro Tadeu; As catástrofes e os recursos, Adriano Moreira; A espuma dos dias, Mário Soares; Simplesmente outra coisa, Ferreira Fernandes;

Jornal de Notícias – O número mágico: 27 milhões por dia, Paulo Ferreira; Verónicas, chicuelinas e cultura, Sérgio de Andrade; Este país é para velhos, Alberto Castro; Acerca da igualdade, Manuel António Pina;

 “i” – Editorial, E pronto: impostos sobem mesmo, Martim Avillez Figueiredo; Semáforo – Verde: Liedson e Kathryn Bigelow, Amarelo: Sócrates; O marketing da política, Pedro Bidarra; Não sei porquê, mas sobe, Miguel Ángel Boggiano; A história repete-se, Ricardo Reis; A ruptura de Paulo Rangel, Miguel Morgado;

Diário Económico – Editorial, Divórcio entre Amorim e Isabel dos Santos; As virgens ofendidas, Pedro Adão e Silva; Competir e congelar, António Ramalho; Porquê uma mulher? Miguel Coutinho; PEC brado, João Paulo Guerra;A classe média que pague a crise, Bruno Proença; 

Jornal de Negócios – Editorial, Finalmente, o sapo cozeu, Pedro Santos Guerreiro; A suspensão do fim do PEC, Miguel Frasquinho; Vender os anéis… ou os dedos?, Camilo Lourenço; “It´s the economy”, Paulo Pinho; O futuro governador, Fernando Sobral;

Correio da Manhã – Silêncio inaceitável, Eduardo Dâmaso; Ausência de alternativa, Constança Cunha e Sá; Patranhas de Estado, Carlos Abreu Amorim;

segunda-feira, 8 de março de 2010

APOIO TUGA À SELECÇÃO

 
 

CANÇÃO REPRESENTANTE DE PORTUGAL NO EUROFESTIVAL DA CANÇÃO 2010 EM OSLO

Filipa Azevedo foi a vencedora da 46.ª edição do Festival da Canção, cuja final se realizou ontem no Campo Pequeno, em Lisboa, apresentado por Sílvia Alberto e transmitido pela RTP 1. A cantora, que ganhou com o tema ‘Há Dias Assim', vai, representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção, que este ano se realiza em Oslo, na Noruega.
Filipa Azevedo foi acompanhada ao piano por Augusto Madureira, jornalista da SIC, que é também o autor da música e da letra. "Tenho a certeza que a SIC votou em mim", afirmou o compositor.
O 46.º Festival da Canção trouxe duas novidades: a realização e transmissão em alta definição (HD) e o sistema de eliminitórias realizado em duas semi-finais, que decorreram na terça e na quinta-feira, e a grande final, ontem, todas elas realizadas em directo a partir do Campo Pequeno.

NO COMENT (11)

 
Numa embalagem de sabonete Dove:
"Indicações: utilizar como sabonete normal"
(Boa! Cabe a cada um imaginar para que serve um sabonete anormal!)

 
Em algumas refeições congeladas de Iglo:
"Sugestão de apresentação: Descongelar"
(É só sugestão! Agora façam dela o que quiserem!)

 
Na sobremesa Tiramisu, da Tesco, lê-se na parte de baixo da embalagem:
"Não inverter a embalagem"
(Opá... já foi....!)

 
No pudim da marca Minipreço:
"Atenção: o pudim estará quente depois de aquecido"
(Onde estariamos nós sem os senhores do Minipreço para nos guiarem)

 
Numa embalagem de tábua de engomar da Rowenta:
"Não engomar a roupa no corpo."
(Sim, há gente pra tudo)

 
Num medicamento da Boots para o catarro infantil:
"Não conduza automóveis nem maneje maquinaria pesada depois de tomar este medicamento"
(Andamos a ler muito "Os Cinco", o "Clube das Chaves", "Uma Aventura...", não andamos?)

 
Nas pastilhas para dormir da Nytol:
"Advertência: pode causar sonolência!"
(Pode, não... deve!)

 
Numa embalagem de luzes de Natal:
"Usar apenas no interior ou no exterior"
(Eu agradecia imenso que alguém me dissesse qual seria a terceira opção)

 
Nos pacotes de amendoins da Matutano:
"Aviso: contém amendoins"
(Ai pá, mania de estragarem as surpresas!)

 
Numa embalagem de serra eléctrica da marca sueca Husqvarna:
"Não tente deter a serra com as mãos ou os genitais"
(Definitivamente, coisas estranhas acontecem na Suécia)

  
No iPod Shuffle, da Apple:
"Não comer"
(Oh! Agora faço o quê com isto?)

 
Nos pacote de nozes para os passageiros na American Airlines:
"Instruções: abra o pacote, coma as nozes"
(E arrotar depois, será que posso? Agora não sei se posso)

CONVOCATÓRIA PARA A ASSEMBLEIA GERAL DA ASSOCIAÇÃO ATEÍSTA PORTUGUESA

CONVOCATÓRIA DA ASSEMBLEIA GERAL
   Ao abrigo do disposto no artigo 20º do «Regulamento Interno da Associação Ateísta Portuguesa» convoco todos os sócios da Associação Ateísta Portuguesa para uma Assembleia Geral a realizar no próximo dia 27 de Março de 2010, sábado, pelas 14:00 Horas na Rua do Benformoso, nº 50 (Centro Republicano Almirante Reis) em Lisboa, e com a seguinte
   ORDEM DE TRABALHOS 
   1º- Informações.
   2º- Aprovação do Relatório e Contas da Direcção da Associação Ateísta Portuguesa» relativo ao biénio de 2008/2010;
   3º- Apresentação das listas candidatas aos órgãos sociais da Associação Ateísta Portuguesa para o biénio de 2010/2012 que tenham sido entregues ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral ou enviadas para o endereço de correio electrónico da Associação com a antecedência mínima de 24 horas da data da realização da Assembleia Geral, nos termos do disposto no artigo 22º do «Regulamento Interno da Associação Ateísta Portuguesa».
   4º- Eleição dos órgãos sociais da Associação Ateísta Portuguesa, por voto directo, universal e secreto de todos os associados no pleno gozo dos seus direitos sociais, para o biénio de 2010/2012.
   5º- Tomada de posse dos membros dos órgãos sociais eleitos;
   6º- Aprovação do Orçamento da Direcção da Associação Ateísta Portuguesa para o biénio de 2010/2012;
   7º- Plano de Actividades da Associação Ateísta Portuguesa;
   8º- Outros assuntos de interesse geral da Associação;
Nota: se à hora da primeira convocatória não estiverem presentes pelo menos metade dos sócios na plenitude dos seus direitos associativos, de acordo com o disposto no n.º 3 do artigo 21º do «Regulamento Interno da Associação Ateísta Portuguesa», a Assembleia Geral da Associação Ateísta Portuguesa reunirá 30 minutos depois, no mesmo local e com a mesma ordem de trabalhos, funcionando com qualquer número de sócios que se encontrar presente. 
            Lisboa, 26 de Fevereiro de 2010
                                                 O Presidente da Mesa da Assembleia Geral 
                                                  Luís Grave Rodrigues

REVISTA DE IMPRENSA: OPINIÃO 08/03/2010

Público – Reflexões sobre o Dia Internacional da Mulher, Stefanie Babst; Editorial, O PEC tem de dispensar o marketing. Vitória de Pirro na Islândia; Maldito género, Miguel Esteves Cardoso; A credibilidade do PEC, Francisco Sarsfield Cabral; A humilhação dos porcos, Rui Tavares; 

Diário de Notícias – Editorial, Mulheres ainda longe do topo do Estado. Iraque desafiou a Al-Qaeda; O “tonto” que imita Blair com 13 anos de atraso, Leonídio Paulo Ferreira; Balanço do consulado, João César das Neves; O populismo liberal e a RTP, Alberto Arons de Carvalho; Imagina ser humana, Princesa Peixoto e Alda Moreira; “369 dias” curioso número, Ferreira Fernandes;

Jornal de Notícias – Propostas orçamentais sem maioria absoluta, Honório Novo; A 6ª via do socialismo, Manuel António Pina;

 “i” – Editorial, O jogging tem os dias contados, Hermínio Santos; Semáforo, Verde: Jorge Jesus, Amarelo: Ferreira Leite; Vermelho: Papa Bento XVI; Marcas loucas e impossíveis, Carlos Coelho; Entre os especuladores e a lumpemburguesia? Joao Rodrigues; Santo Silêncio, Hugo Gonçalves;

Diário Económico – Editorial, Islandeses escolhem o caminho difícil; Semana aziaga, António Correia de Campos; A maçada da democracia, João Marques de Almeida; OS trabalhos da Comissão de ética, Miguel Coutinho; Um PEC “light”, Bruno Proença;

Jornal de Negócios – Editorial, Prognósticos só no fim do jogo, Pedro Santos Guerreiro; A montanha pariu… um PEC, Camilo Lourenço; A necessidade imperativa de “inovar” o processo de aprovação dos fármacos inovadores, João Lima; O fim de um ciclo, Fernando Sobral; As más notícias, Fernando Sobral;

Correio da Manhã – Culpados no caso BPP, Armando Esteves Pereira; Maldita economia, António Ribeiro Ferreira; “Plano Rangel” falhou, Carlos Abreu Amorim;

quinta-feira, 4 de março de 2010

REVISTA DE IMPRENSA: OPINIÃO 04/03/2010

Público – Editorial, A austeridade inadiável e o bem comum. No Iraque há bombas mas também democracia; Eliminar dos dicionários as palavras fado e saudade, Jorge Fiel; ‘Hannah e Martim’, Maria José Nogueira Pinto; Espíritos animais? Manuel Maria Carrilho; Os portugueses no Afeganistão, Loureiro dos Santos; Hollywood aposta sem fitas, Ferreira Fernandes; 

Diário de Notícias – Editorial, A austeridade inadiável e o bem comum. No Iraque há bombas mas também democracia; Eliminar dos dicionários as palavras fado e saudade, Jorge Fiel; Retornados: a palavra possível nasceu há 35 anos, Helena Matos; Editorial, Mais do mesmo não chega. Contrariar a onda de mortes no mar; O ultraje, Miguel Esteves Cardoso; A informação é uma coisa que se partilha, José Vitor Malheiros; Ser o que se é, Pedro Lomba;

Jornal de Notícias – Respostas, Diogo Feio; Estamos todos sob suspeita, Paquete de Oliveira; A lei da Selva dos recreios, Manuel António Pina;

 “i” – Editorial, A mão de Balsemão, Martim Avillez Figueiredo; Semáforo: Verde – Tim Burton, Amarelo – Mário Lino, Vermelho – República Portuguesa; Os politólogos, João Cardoso Rosas; Vacinas para sempre, Paulo Oom; Desvassidão, Hugo Gonçalves; Falsa consolidação, Carlos Santos; O PREC turco, Bernardo Pires de Lima; Cahora Bassa, Luís Mira Amaral; Mudar de vida, Henrique Burnay;

Diário Económico – Editorial, Protestos chegam à rua; A TAP e os outros, António Gomes Melo; Uma questão de confiança, Francisco Murteira Nabo; O PSD está melhorzinho e recomenda-se, Miguel Coutinho; Chuva ou Orçamento, Anthímio ou Constâncio, Nuno Sarmento; Camelos, João Paulo Guerra; O PSD e as ideias, António Costa; 

Jornal de Negócios – Editorial, O Governo a arriscar comparações gregas, Helena Garrido; Reformas à portuguesa, Nuno Garoupa; Um país sem liderança? Camilo Lourenço; A comissão Europeia e os automóveis – a sequela, Hugo Salgueirinho Maia; Onde está o Harry Potter? Fernando Sobral;

Correio da Manhã – Sacrifícios sem culpa, Armando Esteves Pereira; A tempo, Paula Teixeira da Cruz; A infâmia de Barreto, Rui Rangel; Cavaleiro da desesperança, Carlos Abreu Amorim;

Sábado – Falsas emergências, Miguel Pinheiro; Editorial, Os deputados e os negócios privados; Segredos Comuns, Alexandre Pais; Opinião, Juízo Final;

Visão -  Ó pastorinha de vitral e bruma, António Lobo Antunes; Como sair da crise política, Diogo Freitas do Amaral; Preservar a Justiça, José Carlos de Vasconcelos; O caso das escutas, Pedro Norton; Aprender com os erros, Áurea Sampaio; Insensibilidade e falta de senso, Carlos da Câmara; A maior e melhor novela da TVI, Ricardo Araújo Pereira;

NO COMENT (10)

O que se apresenta nas imagens não são saias transparentes.
Tratam-se de desenhos pintados nas saias para fazer crer que as cuecas são visíveis.
Esta é a última moda no Japão:

IRAN COSTA COM MÚSICA PARA O BENFICA

E eu a pensar que este gajo já se tinha deixado disto e afinal agora aparece com uma música dedicada ao Benfica. Bem ao seu estilo, Iran Costa está de regresso.


PALCO PARA MISSA PAGO POR TODOS (MÓDICA QUANTIA DE 200 000 €)

Por
José Moreira

Eu ainda não percebi por que carga de água, benta ou da outra, vou ter de contribuir, sem que nada me tenha sido perguntado, para a construção de um altar. Já me bastou ter contribuído para a construção de estádios de futebol agora às moscas.
Quando é que os nossos autarcas, e outras espécies de governantes, conseguem chegar à conclusão de que o dinheiro do povo não é para gastar em folclores religiosos, que só servem para apunhalar a Constituição?
Quando é que o Estado se separa, definitivamente, das confissões religiosas? E não venham, por favor, com o chavão de que se trata de um chefe de estado; os chefes de estado vão a recepções, fazem discursos, promovem acordos bilaterais, mas não celebram missas. Se eu quiser uma missa (lagarto, lagarto…) pago-a; não meto a conta ao Estado.

PLÁGIO NO FESTIVAL DA CANÇÃO 2010

quarta-feira, 3 de março de 2010

REVISTA DE IMPRENSA: OPINIÃO 03/03/2010

Público – Salvar o presente e preparar o futuro, José Loureiro dos Santos; Editorial, A importância da autoridade moral. O regresso dos salários em atraso; Quase como um livro, Miguel Esteves Cardoso; Sua excelência, a excelência, Santana Castilho; Corte uma perna, Rui Tavares;
 Diário de Notícias – Editorial, O reforço necessário dos laços económicos. O adeus de um político símbolo do Ulster; Tudo o que se passa passa-se com todos, Baptista-Bastos; Morangos de escabeche, Vasco Graça Moura; O impacto do Simplex na justiça, José Magalhães; Alta competição em desporto, Mário Bacelar Begonha; Memórias de um pressionado, Ferreira Fernandes;

Jornal de Notícias – Um falso combate, Paulo Morais; Cristo vai ressuscitar na Páscoa ou no PSD, Manuel Serrão; O impacto do Simplex na Justiça, José Magalhães; Livre opinião, Manuel Madeira Pinto; O Estado em que estamos, Manuel António Pina;

i” – Editorial, Caiu uma fava no jardim, Miguel Pacheco; Semáforo: Verde – Nuno Bernardo, Amarelo – Macário Correia e Abel Mateus; A mentira interior, Paulo Tunhas;

Diário Económico – Editorial, O fracasso do PPR do Estado; A solução Passos Coelho, Marco António Costa; “Conversa em família”, Carlos Marques de Almeida; O ajuste de contas continua, Miguel Coutinho; A nova estratégia de Barroso não chega, Bruno Proença;

Jornal de Negócios – Editorial, Ninguém trava a PT, Pedro Santos Guerreiro; O confisco, João Carlos Barradas; Reanimar os aforros e recriar o tesouro familiar, A. Mendonça Pinto; A descredibilização da AdC, Camilo Lourenço;

Correio da Manhã – Armadilha política, Eduardo Dâmaso; Serial Killer, Domingos Amaral; Um bom debate, Carlos Abreu Amorim;

Focus – Três juízes para um pacote, Manuel Serrão;